sábado, 25 de maio de 2013

Artista: Rosimar Locatelli



Introdução

Artista Plástica Rosimar Locatelli é filha de gaúchos de origens italiana.
Formada em pedagogia pela UFT e tem curso de Formação em Arte Contemporânea pela EDP de artes – SP.
Publicações
Varias poesias publicadas no endereço eletrônico: http://sitedepoesias.com/poetas/Rosi+Locatelli .
E no blog pessoal, onde mantem sempre atualizado com suas principais publicações no endereço: rosimarlocatelli07.blogspot.com.
No próximo mês de julho/12 será lançado o Livro “Essências” pela Academia de Letras de Cabo – Frio RJ, um livro com a atribuição de vários autores, Rosimar Locatelli estará entre esses com a Poesia: “Solidão”.
Exposições:
Sua primeira exposição foi com tema: “Beleza Negra”, que trazia o retrato das mulheres negras, a beleza de suas curvas e o contraste de uma historia de luxo e glamour, com o descaso e o preconceito enfrentado ao longo dos anos. O objetivo dessa exposição era resgatar o belo dessas mulheres, que na maioria do tempo é inerente aos olhos preconceituosos, mostrar a riqueza dos detalhes de suas roupas, de seus traços totalmente particulares, de uma beleza que só as negras tem, sua pele, expressões e vestimentas.
A segunda exposição vem refletir sobre os Índios, com o tema “Arte e Olhares”, a artista reproduz entre fotos e telas o mundo dos índios, sobre um olhar reflexivo, sobre as telas como o índio é visto pela sociedade e nas fotos o contraste de sua vida cotidiana.
 A terceira exposição titulou: “Imagem”, a qual reproduzia uma crítica à televisão, sobre caixas de papelão, muitas imagens, dentro de uma caixa preta, que além da critica trazia uma reflexão sobre o mundo das imagens.

Rosimar, assim como muitos outros artistas, recebeu a influencia de muitos clássicos, principalmente os mais modernos, como os cubistas e os impressionistas, suas obras bebem um pouco de Vincent Willem van Gogh, Matisse e Picasso, que são grandes artistas que inspira Rosimar e que a mesma mantem como grandes ídolos.


Biografia
Começou a atuar profissionalmente por volta dos 25 anos de idade, com a arte. Seus primeiros trabalhos foram encomendados por um empresário em Belém do Pará, cujo o tema eram motivos japoneses. A partir de tais motivações começou a se dedicar a pintura em telas, mas a poesia já era algo que lhe permeava desde a infância, sempre gostou de representar, declamar poesias e também de escrever.
Na família a mãe poetiza e um irmão que também escreve poesia,  sempre à motivou o gosto pela mundo das artes.
Aos ir morar em Belém, com filho pequeno, sem poder trabalhar, resolveu se dedicar a pintura, nas muitas busca se encantou pelas telas, fez uma única aula de pintura em tela, um daqueles cursos que se recebe ao comprar o material, recebeu algumas técnicas e a partir de então aprimorou o gosto e sua própria criação.
Em 2006, passou no vestibular para pedagogia em Tocantinópolis, aonde veio morar com seus dois filhos, Virgílio e Paulo, deixando pra trás um casamento de 10 anos para seguir a vida acadêmica.
Dentro da academia se encontrou também com o mundo da arte, impressionada com as discussões ora filosóficas, começou a produzir obras que pudessem refletir com as discussões dentro da academia, com respaldo não só pela beleza, mas direcionado as reflexões criticas de seu trabalho. Sua primeira exposição foi com tema: Beleza Negra, que trazia o retrato das mulheres negras, a beleza de suas curvas e o contraste de uma historia de luxo e glamour, com o descaso e o preconceito enfrentado ao longo dos anos. O objetivo dessa exposição era resgatar o belo dessas mulheres, que na maioria do tempo é inerente aos olhos preconceituosos, mostrar a riqueza dos detalhes de suas roupas, de seus traços totalmente particulares, de uma beleza que só as negras tem, sua pele, expressões e vestimentas.
A segunda exposição vem refletir sobre os Índios, com o tema Arte e Olhares, a artista reproduz entre fotos e telas o mundo dos índios, sobre um olhar reflexivo, sobre as telas como o índio é visto pela sociedade e nas fotos o contraste de sua vida cotidiana.
Essas exposições foram no ano de 2010, um ano muito importante para sua carreira, foi quando também teve a oportunidade de participar de curso de Formação em Arte Contemporânea pela EDP de artes, ofertada em Palmas com a duração de seis meses, este curso lhe rendeu muito aprendizado, sobre as grandes obras contemporâneas e uma nova exposição, dessa vez algo bem diferente das telas, mas também muito reflexivo ligado ao mundo acadêmico, a exposição chamava-se Imagem, reproduzindo uma crítica a televisão, sobre caixas de papelão, muitas imagens, dentro de uma caixa preta, que além da critica trazia uma reflexão sobre o mundo das imagens.
Rosimar, assim como muitos outros artistas, recebeu a influencia de muitos clássicos, principalmente os mais modernos, como os cubistas e os impressionistas, suas obras bebem um pouco de Vincent Willem van Gogh, Matisse e Picasso, que são grandes artistas que inspira Rosimar e que a mesma mantem como grandes ídolos.
Hoje Rosimar Locatelli, acredita ter herdado o desejo pelas pinturas de um parente italiano muito famoso chamado Aldo Locatelli, grande pintor renascentista, que apesar de não o conhece-lo tem muita admiração pelo seu trabalho.
Rosimar, não usa de uma técnica especifica para pintar, busca relacionar um pouco das pinceladas renascentista, que combina as cruzadas em x, como também reproduz das pinceladas contemporâneas a um único sentido, fazendo linhas fortes e à amostra. A tinta que a mesma utiliza e tanto a acrílica como a óleo, depende do tema e da obra, as vezes também faz uma mistura das duas.
Suas obras são bem relacionadas ao modernismo contemporâneo, sem muitas definições claras, estilos modernos que não simboliza o realismo, mas que trás de forma abstrata a representação de suas imagens.
Principais obras de Rosimar Locatelli:
“Negra do Leite” para Rosimar está é muito importante por se tratar de sua primeira negra.
“Negra das Rosas”, foi uma obra que lhe custou farias tentativas e uns três meses para ficar pronta.
“Educando Pela diferença” foi muito marcante pelo o que representou, foi símbolo de uma grande discussão entre toda a comunidade no sentido de refletir sobre a temática  afro dentro das escolas.
“Índio sem fala”, uma obra que retrata toda a intolerância de um povo sobre o outro que busca em si um grito de liberdade e expressão.
“Lírio da paz” esta obra vem com um símbolo japonês que significa paz e a flor clássica, de a artista reproduz de forma clara as duas versões de paz.

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